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PUERTO SUÁREZ, Bolívia – Os prefeitos de Corumbá-MS, Paulo Duarte (esquerda), e da cidade boliviana de Puerto Suárez, Roberto Vaca Yorge, assinaram um acordo de cooperação em março para trabalhar em parceria nas áreas de saúde, educação, comércio e turismo. (Cortesia de Marcos Boaventura/Cidade de Corumbá)

PUERTO SUÁREZ, Bolívia – Os prefeitos de Corumbá-MS, Paulo Duarte (esquerda), e da cidade boliviana de Puerto Suárez, Roberto Vaca Yorge, assinaram um acordo de cooperação em março para trabalhar em parceria nas áreas de saúde, educação, comércio e turismo. (Cortesia de Marcos Boaventura/Cidade de Corumbá)

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Comunidade Andina tenta solucionar conflitos internos

Representantes da Comunidade Andina se reuniram em Lima nos dias 14 e 15 de abril para tentar solucionar uma série de diferenças políticas e econômicas que ameaçam a estabilidade da aliança regional.

Omar Bonilla A.

Ivonne Baki, presidente do Parlamento Andino, enfatizou que o principal propósito da reunião da Comunidade Andina era encontrar maneiras de garantir a permanência da aliança regional e evitar divisões.

Ivonne Baki, presidente do Parlamento Andino, enfatizou que o principal propósito da reunião da Comunidade Andina era encontrar maneiras de garantir a permanência da aliança regional e evitar divisões.

Representantes de países-membros da Comunidade Andina se reuniram na sede da instituição em Lima, no Peru, para resolver rixas econômicas e políticas que começaram no início de 2009.

Representantes de países-membros da Comunidade Andina se reuniram na sede da instituição em Lima, no Peru, para resolver rixas econômicas e políticas que começaram no início de 2009.

LIMA, Peru ― Representantes das nações da Comunidade Andina se reuniram em Lima para resolver uma série de diferenças que surgiram nos últimos meses e ameaçam destruir a aliança regional.

Representantes de Colômbia, Equador, Peru e Bolívia se reuniram na sede da Comunidade Andina em Lima para encontrar maneiras de superar a crise econômica mundial e reconciliar pontos de vista econômicos e políticos divergentes entre os sócios.

A presidente do Parlamento Andino, a deputada equatoriana Ivonne Baki, disse a Andina que o principal objetivo da reunião era encontrar maneiras de assegurar a continuidade da aliança e evitar divisões entre os membros. A reunião em Lima foi útil para determinar o que queremos, para onde estamos indo e o que precisamos fazer, acrescentou Baki.

As rixas na Comunidade Andina ficaram visíveis em janeiro de 2009, após o Equador aumentar as tarifas alfandegárias e restringir importações de mais de 600 produtos de outros países-membros. No final de março, a Comunidade Andina investigou o assunto após reclamações dos demais sócios e, embora reconhecesse a difícil situação econômica do Equador, pediu que o governo voltasse a aplicar as alíquotas preferenciais para os países-membros.

Conforme a AP, o Equador questionou a decisão da instituição e respondeu ameaçando sair do bloco andino. As diferenças comerciais entre os países da Comunidade Andina ficaram ainda mais profundas durante as negociações de um acordo de livre comércio com a União Europeia, das quais participaram Peru, Equador e Colômbia, sem a presença da Bolívia, forte adversária do ALC com a Europa. A Bolívia também se opôs ao acordo comercial do Peru com os EUA.

Conforme El Comercio, uma medida sugerida pela Comunidade Andina para superar a crise econômica, seria a introdução de uma moeda única regional, um tema que continuará sendo debatido em reuniões futuras. Alguns presidentes se mostraram a favor de uma moeda única para fortalecer a integração, disse Baki. Vale examinar a proposta em um momento em que precisamos lidar com regiões que têm políticas econômicas semelhantes, concluiu.

A Comunidade Andina foi fundada em 1969 para buscar um desenvolvimento equilibrado e independente por meio da integração de países andinos, sul-americanos e latino-americanos. Atualmente há quatro países-membros (Bolívia, Colômbia, Equador e Peru), além de órgãos e instituições do Sistema Andino de Integração (SAI), conhecido até 1996 como Pacto Andino ou Grupo Andino.

A Venezuela se retirou da aliança em 2006 em protesto contra as negociações realizadas por Peru e Colômbia para acordos de livre comércio com os EUA.


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