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TEGUCIGALPA, Honduras – O ministro da Defesa de Honduras, Marlon Pascua, mostra as armas de 13 supostos narcotraficantes detidos pela Marinha, na semana passada, no Mar do Caribe. Além das armas, foram confiscados US$ 658.000. (Ministério da Defesa de Honduras/AFP)

TEGUCIGALPA, Honduras – O ministro da Defesa de Honduras, Marlon Pascua, mostra as armas de 13 supostos narcotraficantes detidos pela Marinha, na semana passada, no Mar do Caribe. Além das armas, foram confiscados US$ 658.000. (Ministério da Defesa de Honduras/AFP)

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México volta ao normal após paralisação

Depois de uma semana e meia de paralisação quase total por causa da emergência sanitária causada pelo vírus A H1N1, conhecido como gripe A, os mexicanos voltaram gradualmente às suas atividades rotineiras a partir de 6 de maio.

María Maeda

Padres mexicanos assistem a missa na Basílica de Guadalupe, na Cidade do México, em 3 de maio de 2009. Após uma paralisação quase total nas atividades, incluindo os serviços religiosos, o México retomou suas atividades normais a partir de 6 de maio.

Padres mexicanos assistem a missa na Basílica de Guadalupe, na Cidade do México, em 3 de maio de 2009. Após uma paralisação quase total nas atividades, incluindo os serviços religiosos, o México retomou suas atividades normais a partir de 6 de maio.

José Ángel Córdova (esq.) e Felipe Calderón, respectivamente ministro da Saúde e presidente do México, anunciaram que o país está em condições de retomar gradualmente as suas atividades, considerando a redução na propagação da epidemia graças às medidas eficientes que foram tomadas.

José Ángel Córdova (esq.) e Felipe Calderón, respectivamente ministro da Saúde e presidente do México, anunciaram que o país está em condições de retomar gradualmente as suas atividades, considerando a redução na propagação da epidemia graças às medidas eficientes que foram tomadas.

CIDADE DO MÉXICO, México ― Depois de uma semana e meia de paralisação quase total por causa da emergência sanitária causada pelo vírus A H1N1, conhecido como gripe A, os mexicanos voltaram gradualmente às suas atividades rotineiras a partir de 6 de maio.

De acordo com o jornal El Observador, a Organização Mundial da Saúde (OMS) informa que o vírus da influenza humana causou 42 mortes e contagiou outras 1.070 pessoas em 26 dos 32 estados da República do México. Entretanto, o presidente mexicano Felipe Calderón disse que o país encontra-se em condições de retomar a normalidade, considerando a redução na propagação da epidemia.

O ministro da Saúde, José Ángel Córdova, garantiu que os números de suspeitas e novos casos confirmados tendem a diminuir e as medidas de alerta sanitário foram eficientes.

A agência de notícias EFE informou que o governo conta com um estoque de mais de 1.466 milhões de doses de medicamentos, o que seria o suficiente para combater o possível reaparecimento da epidemia.

Segundo o jornal Reforma, já foram retomadas as atividades do setor público e privado, suspensas pelo governo desde 29 de abril. Porém, a volta às aulas para os mais de 33 milhões de estudantes e dois milhões de professores será feita em etapas, conforme explica o ministro da Educação, Alonso Lujambio. Os estudantes universitários voltaram às aulas em 7 de maio, enquanto os alunos da pré-escola e do Ensino Fundamental e México vão retomar os estudos em 11 de maio.

Precisamos lembrar que este vírus continua presente e sempre há um risco de que a propagação continue, Calderón disse aos cidadãos, segundo a EFE, destacando que ainda é necessário adotar medidas preventivas. A Notimex informa que a OMS reconheceu a seriedade, responsabilidade e transparência do governo mexicano ao lidar com a situação.

Por outro lado, Calderón condenou as atitudes humilhante de alguns países em relação aos mexicanos, com medo de contrair o vírus.

Conforme o jornal El Economista, a OMS identificou 22 países que apresentam a influenza humana em nível mundial, sendo que Espanha e Inglaterra são as nações europeias mais afetadas, com 57 e 27 casos, respectivamente. Nos Estados Unidos foram registradas duas mortes e 226 vítimas da doença no total.


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