Enquanto participam de negociações de paz com o governo colombiano, as Forças Armadas Revolucionári...
CIDADE DO MÉXICO, México ― Depois de uma semana e meia de paralisação quase total por causa da emergência sanitária causada pelo vírus A H1N1, conhecido como gripe A, os mexicanos voltaram gradualmente às suas atividades rotineiras a partir de 6 de maio.
De acordo com o jornal El Observador, a Organização Mundial da Saúde (OMS) informa que o vírus da influenza humana causou 42 mortes e contagiou outras 1.070 pessoas em 26 dos 32 estados da República do México. Entretanto, o presidente mexicano Felipe Calderón disse que o país encontra-se em condições de retomar a normalidade, considerando a redução na propagação da epidemia.
O ministro da Saúde, José Ángel Córdova, garantiu que os números de suspeitas e novos casos confirmados tendem a diminuir e as medidas de alerta sanitário foram eficientes.
A agência de notícias EFE informou que o governo conta com um estoque de mais de 1.466 milhões de doses de medicamentos, o que seria o suficiente para combater o possível reaparecimento da epidemia.
Segundo o jornal Reforma, já foram retomadas as atividades do setor público e privado, suspensas pelo governo desde 29 de abril. Porém, a volta às aulas para os mais de 33 milhões de estudantes e dois milhões de professores será feita em etapas, conforme explica o ministro da Educação, Alonso Lujambio. Os estudantes universitários voltaram às aulas em 7 de maio, enquanto os alunos da pré-escola e do Ensino Fundamental e México vão retomar os estudos em 11 de maio.
Precisamos lembrar que este vírus continua presente e sempre há um risco de que a propagação continue, Calderón disse aos cidadãos, segundo a EFE, destacando que ainda é necessário adotar medidas preventivas. A Notimex informa que a OMS reconheceu a seriedade, responsabilidade e transparência do governo mexicano ao lidar com a situação.
Por outro lado, Calderón condenou as atitudes humilhante de alguns países em relação aos mexicanos, com medo de contrair o vírus.
Conforme o jornal El Economista, a OMS identificou 22 países que apresentam a influenza humana em nível mundial, sendo que Espanha e Inglaterra são as nações europeias mais afetadas, com 57 e 27 casos, respectivamente. Nos Estados Unidos foram registradas duas mortes e 226 vítimas da doença no total.
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