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SALCAJÁ, Guatemala – Familiares de Héctor Bocel, um dos oito policiais mortos por homens armados em uma delegacia de Salcajá, no departamento de Quetzaltenango, choram do lado de fora do necrotério, em 14 de junho. Os homens armados também sequestraram um chefe de polícia. (AFP)

SALCAJÁ, Guatemala – Familiares de Héctor Bocel, um dos oito policiais mortos por homens armados em uma delegacia de Salcajá, no departamento de Quetzaltenango, choram do lado de fora do necrotério, em 14 de junho. Os homens armados também sequestraram um chefe de polícia. (AFP)

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México tenta restaurar sua imagem após epidemia de gripe

A epidemia de influenza A (H1N1) afetou a imagem do México no exterior e de seus principais setores econômicos, principalmente investimentos e turismo. Para reverter a situação, os governos da República e do Distrito Federal decidiram criar campanhas

María Maeda

A Secretaria da Saúde já suspendeu o aviso de emergência sanitária no México, mas a epidemia da doença causou 74 mortes entre os 3.734 casos registrados. Folhetos informativos foram distribuídos para educar o público e evitar o contágio.

A Secretaria da Saúde já suspendeu o aviso de emergência sanitária no México, mas a epidemia da doença causou 74 mortes entre os 3.734 casos registrados. Folhetos informativos foram distribuídos para educar o público e evitar o contágio.

Depois que a erupção da influenza A (H1N1) afetou a imagem to México no exterior, o governo lançou campanhas publicitárias e de saúde para reverter os efeitos negativos da epidemia.

Depois que a erupção da influenza A (H1N1) afetou a imagem to México no exterior, o governo lançou campanhas publicitárias e de saúde para reverter os efeitos negativos da epidemia.

CIDADE DO MÉXICO, México ― A epidemia de influenza A (H1N1) afetou a imagem do México no exterior e de seus principais setores econômicos, principalmente investimentos e turismo. Para reverter a situação, os governos da República e do Distrito Federal decidiram criar campanhas de relações públicas para recuperar o fluxo comercial e turístico.

O jornal El Informador afirma que, a fim de concretizar esse objetivo, o governo mexicano assinou um contrato de um ano no valor de US$ 1,2 milhão com duas empresas de relações públicas, a Qorvis e a Apco, que se encarregarão de melhorar a projeção da imagem do país. Cada empresa tem uma tarefa específica: a Apco vai criar slogans e cuidar das estratégias de relações públicas e comunicação, enquanto a Qorvis se concentrará na distribuição do conteúdo por meios eletrônicos, principalmente pela internet.

O chefe do governo do Distrito Federal, Marcelo Ebrard, também lançou uma campanha para melhorar a imagem interna e externa do México, segundo informações do jornal El Universal. O tópico central da campanha do Distrito Federal, que começou a ser emitida em 14 de maio, são as iniciativas que o governo da capital vem realizando para conter a disseminação e atrair o turismo para a cidade, um dos setores mais afetados pela epidemia.

El Financiero informa que, no Distrito Federal, a ocupação dos hotéis no mês de abril ficou em apenas 14,8%. Sobre o assunto, a Secretaria da Fazenda do Distrito Federal divulgou que a ocupação hoteleira atualmente é de apenas 10%, enquanto o esperado para esta temporada sempre está entre 55% e 60%.

Outra iniciativa do governo local foi a criação de um Conselho para a Recuperação Sanitária e Econômica da Cidade do México, formado por diretores de grupos empresariais e do transporte que têm a missão de elaborar propostas para o reaquecimento econômico do país. O secretário da Fazenda do Distrito federal, Mario Delgado, disse ao jornal El Universal que o apoio da administração federal é insuficiente em matéria de alcance e tempo considerando as proporções da crise. Entretanto, Delgado afirma que os governos da capital e federal continuarão trabalhando em conjunto.

A Secretaria da Saúde já suspendeu o aviso de emergência sanitária, mas a epidemia da doença causou 74 mortes entre os 3.734 casos registrados. Coahuilla é o único dos 32 estados da república mexicana que não registrou nenhum caso do vírus da influenza A (H1N1).


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