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CIDADE DA GUATEMALA – A Polícia Nacional Civil da Guatemala organiza sessões informativas em escolas rurais e urbanas do país para alertar os estudantes sobre os perigos da violência e do uso de drogas. Acima, policial conversa com alunos da escola San Benito, no município de mesmo nome, no departamento de Petén, em março. (Cortesia da Polícia Nacional Civil)

CIDADE DA GUATEMALA – A Polícia Nacional Civil da Guatemala organiza sessões informativas em escolas rurais e urbanas do país para alertar os estudantes sobre os perigos da violência e do uso de drogas. Acima, policial conversa com alunos da escola San Benito, no município de mesmo nome, no departamento de Petén, em março. (Cortesia da Polícia Nacional Civil)

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Chile tem o maior número de casos da gripe A (H1N1) na América do Sul

O vírus da gripe A (H1N1) chegou a Venezuela, Bolívia e Paraguai. A Nicarágua é agora o único país na América Latina sem nenhum caso registrado da doença.

Fernando Sánchez

Dos 296 casos confirmados do vírus da gripe A (H1N1) em todo o território sul-americano, o Chile é o país mais afetado, embora não haja vítimas fatais.

Dos 296 casos confirmados do vírus da gripe A (H1N1) em todo o território sul-americano, o Chile é o país mais afetado, embora não haja vítimas fatais.

Trabalhadores de órgãos de saneamento usam máscaras para evitar o contágio do vírus da gripe A (H1N1), que já infectou 168 chilenos no país.

Trabalhadores de órgãos de saneamento usam máscaras para evitar o contágio do vírus da gripe A (H1N1), que já infectou 168 chilenos no país.

AMÉRICA DO SUL — O vírus da gripe A (H1N1) chegou a Venezuela, Bolívia e Paraguai. A Nicarágua é agora o único país na América Latina sem nenhum caso registrado da doença.

As autoridades confirmaram dois casos na Bolívia, enquanto uma ocorrência da doença foi registrada na Venezuela e quatro no Paraguai. O número de casos na nova cepa de gripe chegou a 303, dos quais 168 se concentram no Chile, o maior foco da doença na América Latina.

Conforme a AP, o ministro da Saúde do Chile, Alvaro Erazo, disse que esperava que o número de contagiados no país dobrasse a cada dois dias. Segundo La Tercera, as autoridades nacionais de saneamento afirmaram que o vírus vinha se comportando de maneira semelhante ao resto do mundo, apresentando alto contágio com casos predominantemente leves e índice de mortalidade baixo ou nulo, como é o caso do Chile. Somente dois infectados se encontravam em estado grave até o dia 28 de maio.

Depois do Chile, os países mais afetados pelo vírus A (H1N1) na região são Argentina (37 casos), Equador (32) e Peru (31). O Ministério da Saúde da Argentina destacou que o número de contagiados no país dobrou em somente dois dias. Além disso, o Clarín noticiou que foram feitos exames em 118 novos pacientes com sintomas da doença.

No Peru há informações de que entre os seis últimos infectados há um bebê de 11 meses de idade. Já no Equador as autoridades destacaram que os 31 casos se concentram na cidade de Guayaquil, na costa do Pacífico.

Conforme a agência EFE, as autoridades de saneamento da Colômbia informaram que o número de casos do vírus no país chegou a 16 após a confirmação de que uma menor de idade e duas mulheres adultas de Antioquia contraíram o vírus nos Estados Unidos. As autoridades colombianas também estão investigando outros 238 casos suspeitos da nova cepa.

No Brasil foram identificadas dez pessoas contagiadas, oito das quais já estão completamente recuperadas. As autoridades de saúde também estavam monitorando o quadro de 16 pessoas que poderiam ter contraído o vírus.

A AP informou que, no Uruguai, o presidente Tabaré Vázquez pediu que a população não ficasse paranóica com o surgimento dos dois primeiros casos do vírus no país. “Está demonstrado que o vírus tem uma mortalidade mais baixa que a gripe comum”, garantiu o presidente, que também é médico. O jornal La Nación assegurou que os dois uruguaios afetados contraíram o vírus em Buenos Aires.


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