Início Site para celular

Pesquisa de opinião

Nos últimos 12 meses a delinquência no meu país:
aumentou muito
aumentou pouco
diminuiu muito
diminuiu pouco
permaneceu igual

Comentários

Assine

Foto do dia

BUENAVISTA TOMATLÁN, México – O Exército mexicano patrulhou as ruas do estado de Michoacán, no oeste do país, em 22 de maio, para melhorar a segurança numa região atormentada pelos cartéis de drogas. Cerca de 4.000 soldados e fuzileiros e 1.000 policiais federais foram enviados ao estado. (Alfredo Estrella/AFP)

BUENAVISTA TOMATLÁN, México – O Exército mexicano patrulhou as ruas do estado de Michoacán, no oeste do país, em 22 de maio, para melhorar a segurança numa região atormentada pelos cartéis de drogas. Cerca de 4.000 soldados e fuzileiros e 1.000 policiais federais foram enviados ao estado. (Alfredo Estrella/AFP)

MANCHETES

BBCNotícias: Suspeitos de ataque em Londres já haviam sido investigadosCresce percepção negativa sobre o Brasil no mundo, diz pesquisaPara Anistia Internacional, Brasil vive 'déficit de justiça'Estudo revela que vitamina C cura tuberculose resistente a remédiosOperadora erra e manda conta telefônica de R$ 489 mil para casal britânico Noruega busca homem com voz grave para afugentar ursos polaresMilhares de pinturas rupestres são descobertas em cavernas no MéxicoApós mortes em São Paulo, governo reforça combate ao H1N1; entendaLíderes do Irã ‘buscam calma’ ao afastar candidatos à Presidência; entendaEncapuzados: a face violenta dos protestos no ChilePés humanos abrigam quase 200 tipos de fungos, dizem cientistasLei que autoriza inglês nas universidades gera revolta na FrançaSer ‘um pouco psicopata’ no trabalho melhora desempenho, diz psicólogoSer 'um pouco psicopata' no trabalho melhora o desempenho, diz psicólogo Prisioneiros ganham trocado fazendo tricôFesta de flores em Londres derruba veto a gnomos de jardim Governo escocês aprova maior usina de ondas do mundoEstocolmo tem 3ª noite de protestos e distúrbiosAi Weiwei ataca governo chinês em canção heavy-metalGanso 'adota' cadela como mãeCientistas estudam formigas para criar robôs de salvamentoMorte de pássaros e animais marinhos intriga polícia e cientistas no Chile Britânico faz 1ª videochamada do cume do EverestCaçadores registram tornados nos EUAPor recorde, britânico passará 60 dias em rochedo isolado no Atlântico NorteInstalação de Ai Weiwei reflete tensão sobre leite em pó em Hong KongDemolição de viaduto bate recorde na ChinaLadrão desastrado é preso após ser atropelado por ônibusAvião pega fogo após pouso e fecha aeroporto de MoscouJacaré aparece em casa e assusta família na Flórida'Papatours' são nova atração turística de Buenos AiresTúmulo de Lenin é reaberto para visitaçãoSol registra maiores erupções desde o início do anoTornados causam destruição e mortes no TexasBBC Click: O fim de um mistério de 25 anos - a pronúncia de '.gif'Crise provoca falta de papel higiênico na VenezuelaArte em Revista: Ativismo político e arte se misturam em galeria de LondresFotos revelam cores e beleza de detalhes 'invisíveis' de floresMudanças climáticas impulsionaram avanços humanos, diz estudoMy City: Barcelona revive as tradicionais bodegasMaioria dos métodos de estudar para provas não funciona, diz estudoNosso tema, suas fotos: encontro com bichosLucas Mendes: Status no lixoDireto dos EUA: Tirando o pulso de Obama
.

Colômbia protesta junto à OEA

Não vamos tolerar insultos contra os colombianos, o embaixador da Colômbia na OEA, Luis Alfonso Hoyos, disse em resposta às críticas de Hugo Chávez ao acordo de cooperação militar entre os governos em Bogotá e Washington.

Fernando Sánchez

Luis Alfonso Hoyos, embaixador da Colômbia na OEA, declarou que seu país não vai tolerar insultos do presidente venezuelano Hugo Chávez.

Luis Alfonso Hoyos, embaixador da Colômbia na OEA, declarou que seu país não vai tolerar insultos do presidente venezuelano Hugo Chávez.

Hugo Chávez, presidente da Venezuela, criticou o chefe de Estado colombiano Álvaro Uribe em uma edição recente do seu programa \"Alô Presidente\" por \"permitir que forças estrangeiras atuem na Colômbia\".

Hugo Chávez, presidente da Venezuela, criticou o chefe de Estado colombiano Álvaro Uribe em uma edição recente do seu programa \"Alô Presidente\" por \"permitir que forças estrangeiras atuem na Colômbia\".

BOGOTÁ, Colômbia — Luis Alfonso Hoyos, embaixador colombiano na Organização dos Estados Americanos (OEA), reclamou formalmente da política intervencionista do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e contra as interferências do venezuelano em assuntos internos colombianos. A declaração do governo em Bogotá foi feita após Chávez ameaçar difundir sua filosofia política na Colômbia por todas as vias necessárias.

O governo nacional repudia as ações do projeto expansionista do presidente Chávez na Colômbia,Hoyos afirmou à AFP. Não é possível tolerar que os colombianos de bem sejam insultados, completou.

O diplomata se referia a declarações feitas por Chávez no seu programa Alô Presidente de 23 de agosto, quando o líder venezuelano criticou o presidente colombiano Álvaro Uribe por permitir que as forças norte-americanas atuassem na Colômbia. De acordo com a EFE, Chávez também afirmou que ordenou uma investigação de todas as empresas colombianas na Venezuela para evitar que lavassem dinheiro proveniente do narcotráfico. Hoyos descreveu os comentários de Chávez como um insulto, grosseiro e uma interferência na política interna da Colômbia.

O protesto colombiano vem às vésperas da cúpula presidencial extraordinária da União das Nações Sul-Americanas (Unasul) na Argentina, quando será discutido o acordo de defesa assinado entre Colômbia e Estados Unidos e criticado por Venezuela, Bolívia e Equador.

O ministro das Relações Exteriores da Colômbia, Jaime Bermúdez, explicou ao jornal El Mercurio que o acordo que autoriza o uso de sete bases militares colombianas por tropas americanas tem como objetivo resolver os problemas de segurança interna do país. Trata-se de um acordo de cooperação para derrotar o narcotráfico e o terrorismo, assegurou Bermúdez, enfatizando que as bases continuarão sendo colombianas. Nem um centímetro da Colômbia será ocupado por uma base norte-americana, assegurou.

No início de agosto, Uribe fez rápidas visitas a sete países sul-americanos para explicar aos respectivos presidentes o conteúdo do iminente acordo com os EUA, o qual, segundo a Reuters, busca reforçar de maneira conjunta a luta contra a guerrilha e o narcotráfico sem afetar a segurança regional. Uribe conseguiu o apoio de Chile, Paraguai e Peru.

As explicações que o presidente colombiano deu sobre os alcances, os objetivos e a operação do acordo de cooperação com os Estados Unidos resolveram muitas dúvidas, o que se viu refletido na falta de consenso para condenar esse acordo, ressaltou à EFE o diretor da Fundação Segurança e Democracia, Alfredo Rangel, referindo-se à cúpula da Unasul em Quito.

Segundo El País, desde 2007, quando Uribe recusou a oferta de Chávez para mediar conversações com as FARC, os conflitos diplomáticos entre os dois países se tornaram mais frequentes e sérios, até culminarem na decisão do presidente Chávez de congelar as relações com a Colômbia.


Dê a sua nota

Média da matéria: 0 /5 (0 votos)

Comentários Sobre o Artigo

ComentePolítica de comentários

* CAMPOS DE PREENCHIMENTO OBRIGATÓRIO
Nome
E-mail*

E-mail não pode ser vazio

Comentário*
#chars# caracteres remanescentes - máx.: 1800

Por favor, indique comentários

Digite os números*
Captcha

Email este artigo

* CAMPOS DE PREENCHIMENTO OBRIGATÓRIO