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PUERTO SUÁREZ, Bolívia – Os prefeitos de Corumbá-MS, Paulo Duarte (esquerda), e da cidade boliviana de Puerto Suárez, Roberto Vaca Yorge, assinaram um acordo de cooperação em março para trabalhar em parceria nas áreas de saúde, educação, comércio e turismo. (Cortesia de Marcos Boaventura/Cidade de Corumbá)

PUERTO SUÁREZ, Bolívia – Os prefeitos de Corumbá-MS, Paulo Duarte (esquerda), e da cidade boliviana de Puerto Suárez, Roberto Vaca Yorge, assinaram um acordo de cooperação em março para trabalhar em parceria nas áreas de saúde, educação, comércio e turismo. (Cortesia de Marcos Boaventura/Cidade de Corumbá)

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Gripe A diminui na América do Sul e resurge na América Central e no México

O vírus da gripe H1N1 causou 2.000 mortes até esta data na América do Sul e contagiou outros 33 mil sul-americanos, mas as autoridades acreditam que os casos começarão a diminuir com o início da primavera. A situação no México e na América Centr

Fernando Sánchez

O Brasil é o país em todo o mundo com mais mortes em decorrência da influenza humana, que afetou principalmente as mulheres grávidas.

O Brasil é o país em todo o mundo com mais mortes em decorrência da influenza humana, que afetou principalmente as mulheres grávidas.

O contágio com a gripe A, causada pelo vírus H1N1, aumentou de forma alarmante na última semana no México, onde foram registrados 3.934 novos casos.

O contágio com a gripe A, causada pelo vírus H1N1, aumentou de forma alarmante na última semana no México, onde foram registrados 3.934 novos casos.

2 de outubro

AMÉRICA LATINA ― O vírus da gripe H1N1 causou 2.000 mortes até esta data na América do Sul e contagiou outros 33 mil sul-americanos, mas as autoridades acreditam que os casos começarão a diminuir com o início da primavera. A situação no México e na América Central é diferente, pois lá começam a ser adotadas medidas para evitar a reincidência do vírus durante a temporada outono/inverno no hemisfério norte.

De acordo com o jornal Milenio, o Brasil é o país em todo o mundo com mais mortes em decorrência da influenza humana, que afetou principalmente as mulheres grávidas. O número de falecidos por causa da epidemia chegou a 899, segundo o último balanço divulgado em setembro pelo Ministério da Saúde. No resto da América do Sul, o segundo país com mais mortes é a Argentina (538), seguida por Peru (133), Chile (132), Colômbia (82), Venezuela (71), Bolívia (54), Equador (44), Paraguai (42) e Uruguai (33).

No Chile, uma nova vacina contra a gripe A será testada em crianças e jovens. Enquanto isso, o Uruguai comprará 2.000 doses de imunização contra o vírus, conforme Jorge Basso, diretor geral de Saúde, informou à Radio El Espectador. Segundo Basso, o Ministério da Saúde já enviou um requerimento para a Organização Pan-Americana de Saúde (OPS), que licitará 700 milhões de doses.

A agência Télam divulgou que o ministro argentino da Saúde, Juan Manzur, propôs à OPS que a América do Sul passe a produzir vacinas contra a gripe. Além de comprar vacinas, nosso país pretende adquirir a capacidade tecnológica para produzí-las, Manzur afirmou.

Porém, acima da Linha do Equador, a epidemia continua avançando. A UPI informou que o contágio com a gripe A, causada pelo vírus H1N1, aumentou de forma alarmante na última semana no México, onde foram registrados 3.934 novos casos. As mortes passaram de 226 a 231, de acordo com o Ministério da Saúde. O governo estima que na próxima temporada de inverno o país poderia registrar entre 2.000 e 3.000 mortes.

Citado pelo portal Terra, José Angel Córdova Villalobos, secretário mexicano de Saúde, disse que o país estuda a possibilidade de pedir um empréstimo de US$ 370 milhões ao Banco Mundial para enfrentar os desafios do ressurgimento do vírus.

Os relatórios oficiais mais recentes indicam 106 vítimas fatais na América Central. Conforme a EFE, Costa Rica é o país mais afetado, com 37 mortes, seguido por El Salvador (19), Honduras (15), Guatemala (13), Panamá (11) e Nicarágua (11).


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