
PUERTO SUÁREZ, Bolívia – Os prefeitos de Corumbá-MS, Paulo Duarte (esquerda), e da cidade boliviana de Puerto Suárez, Roberto Vaca Yorge, assinaram um acordo de cooperação em março para trabalhar em parceria nas áreas de saúde, educação, comércio e turismo. (Cortesia de Marcos Boaventura/Cidade de Corumbá)
SANTIAGO, Chile – O Ministério das Relações Exteriores do Chile divulgou em 15 de novembro que seu cônsul na Venezuela foi vítima de um sequestro na semana passada que durou 2 horas, em que chegou a ser baleado mas foi libertado.
“Na sexta-feira passada, 11 de novembro, o cônsul do Chile em Caracas, Juan Carlos Fernández, foi vítima de um ataque, o chamado 'sequestro-relâmpago', quando saia de um hotel”, informou o governo chileno.
“Após ser mantido refém por seus sequestradores por 2 horas, ele foi solto no meio de uma estrada movimentada”, segundo o governo.
A informação acrescenta que, enquanto era mantido em cativeiro, Fernández foi “ferido por um tiro” e recebeu “vários golpes e ameaças” de seus captores.
Ele foi atendido em um hospital e recebeu alta em 13 de novembro.
Sequestros não são incomuns na Venezuela e muitos casos são resolvidos em horas ou dias após o pagamento do resgate.
O rapto de Fernández se seguiu ao sequestro na semana passada do jogador de beisebol do Washington Nationals, Wilson Ramos, que foi levado enquanto visitava os pais na Venezuela, onde disputa a liga venezuelana de beisebol pelo Aragua Tigers.
O atleta de 24 anos foi resgatado pela polícia venezuelana em uma operação dois dias depois.
A Venezuela é um dos países mais perigosos da região e os sequestros atingiram proporções de uma epidemia.
De julho de 2008 a julho de 2009 aconteceram 16.917 sequestros na Venezuela, segundo o Instituto Nacional de Estatísticas do país, mas algumas ONGs calculam que o número seja ainda maior.
[AFP, 15/11/2011; Emol.com (Chile), 16/11/2011]
Article Comments