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SANTIAGO, Chile – A Superintendência de Serviços Sanitários do Chile determinou que duas das principais empresas de abastecimento de água do país – a Aguas Andinas, de Santiago, e a Esval, de Valparaíso – adotem medidas preventivas depois dos problemas de falta de água que afetaram 4 milhões de pessoas neste ano, em 22 de janeiro e de 9 a 11 de fevereiro. (Gustavo Ortiz para Infosurhoy.com)

SANTIAGO, Chile – A Superintendência de Serviços Sanitários do Chile determinou que duas das principais empresas de abastecimento de água do país – a Aguas Andinas, de Santiago, e a Esval, de Valparaíso – adotem medidas preventivas depois dos problemas de falta de água que afetaram 4 milhões de pessoas neste ano, em 22 de janeiro e de 9 a 11 de fevereiro. (Gustavo Ortiz para Infosurhoy.com)

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Demora na libertação de repórter frustra enviado francês

24/05/2012

BOGOTÁ, Colômbia – Em 23 de maio, o embaixador francês na Colômbia levantou dúvidas quanto à soltura do jornalista da France 24, Roméo Langlois, afirmando que espera que o caso não se torne um “sequestro real”.

Os comentários do embaixador Pierre-Jean Vandoorne foram feitos 10 dias depois que funcionários da Cruz Vermelha em Bogotá declararam otimismo quanto à libertação de Langlois.

“Espero que o que, a princípio, não era uma abdução não se torne um sequestro real com o passar do tempo, diferentemente do compromisso dos que mantêm Romeo refém”, declarou Vandoorne à rádio Caracol.

Langlois, 35 anos, foi levado em 28 de abril pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) enquanto cobria uma operação antidrogas das tropas do governo.

As FARC prometeram entregá-lo a um grupo que, segundo a organização, deve incluir um representante do presidente francês François Hollande.

Hollande, que assumiu o poder na semana passada, rapidamente indicou um representante. Mas, até agora, não houve progresso em garantir a liberdade do jornalista.

“Agora, o que eles querem?”, exclamou Vandoorne. “Acho que respeitamos suas exigências.”

Depois de capturar Langlois, o grupo terrorista o classificou como “prisioneiro de guerra” porque ele vestia uniforme, colete e capacete do exército.

[AFP (Colômbia), 23/05/2012; Caracol Radio (Colômbia), 23/05/2012]


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