6 de maio — Resumo das notícias da América Central e do Caribe
Karla Montaner
TEGUCIGALPA, Honduras — Honduras se prepara para reunião da OEA: A ministra das Relações Exteriores de Honduras, Patricia Rodas, e o secretário geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, confirmaram que os preparativos para o encontro anual dos 34 membros da entidade seguem sem contratempos, apesar do alerta sanitário na América Central em função dos casos de gripe. Rodas e Insulza chegaram a um acordo sobre os detalhes operacionais, logísticos e de infraestrutura para o sucesso da reunião, que acontecerá na cidade hondurenha de San Pedro Sula no mês de junho.
[DPA, La Prensa de Honduras, EFE]
CIDADE DA GUATEMALA, Guatemala — Colom copiará programas sociais colombianos: Ao voltar do 1º Congresso Internacional sobre Processos de Desarmamento, Desmobilização e Reinserção de Pessoas, realizado na cidade colombiana de Cartagena, o presidente guatemalteco Álvaro Colom disse que algumas medidas de segurança e obras sociais promovidas pelo governo colombiano também são viáveis para a América Central. Colom trocou experiências com o colega colombiano Álvaro Uribe e com os líderes militares do país sul-americano a fim de encontrar uma fórmula para que os ex-guerrilheiros guatemaltecos não retomem as armas e consigam se reintegrar à sociedade.
[Milenio, DPA, EFE]
CIDADE DO MÉXICO, México — México reclama de restrições a produtos suínos: O México apresentou à Organização Mundial do Comércio (OMC) uma petição para que oito países, entre eles Equador, Bolívia e Honduras, expliquem os motivos de terem restringido o acesso de produtos suínos mexicanos aos seus mercados nacionais. Não permitiremos que se imponham medidas injustificadas às exportações mexicanas e defenderemos o espaço que a qualidade dos nossos produtos merece no mundo todo, disse o ministro mexicano da Economia, Gerardo Ruiz Mateos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou que os produtos suínos não transmitem o vírus A/H1N1 (conhecido popularmente como vírus da gripe suína).
[Excélsior, Milenio, Reuters]
MANÁGUA, Nicarágua — FMI oferece US$ 200 milhões em financiamento à Nicarágua: O representante do Fundo Monetário Internacional (FMI) na Nicarágua, Humberto Arbulu, confirmou uma nova ampliação do programa de estabilidade econômica em andamento no país para enfrentar a crise mundial. Arbulu disse que, como regra geral, um financiamento de US$ 200 milhões foi autorizado para programas contra a pobreza e em prol do desenvolvimento social na Nicarágua. Ele explicou que uma missão técnica do órgão internacional revisará os progressos do reajuste econômico e, conforme o resultado, negociará o uso dos recursos com as autoridades nicaraguenses.
[El Financiero, Notimex]
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