Milhares de casas foram inundadas devido ao transbordamento do Rio Solimões, um dos dois maiores afluentes do Rio Amazonas, em locais como o município de Anamã. No total, 70.420 famílias foram atingidas no estado do Amazonas, na região Norte do Brasil, afirmou a Defesa Civil. (Bruno Kelly/Reuters)
Os moradores de Anamã, a 160 km da capital do estado, Manaus, estão usando canoas como meio de transporte. O governador do Amazonas, Omar Aziz, disse que o estado oferecerá assistência financeira para as 70.000 famílias afetadas pela inundação. (Bruno Kelly/Reuters)
O gado tenta se manter acima da água em Anamã, em 5 de maio. Dos 62 municípios amazonenses, 39 declararam estado de emergência. (Bruno Kelly/Reuters)
As enchentes podem piorar em algumas áreas, pois o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) prevê que o nível das águas do Rio Negro, um dos dois maiores afluentes do Rio Amazonas, continuará subindo até meados de junho. (Bruno Kelly/Reuters)
Moradores chegam a uma das poucas lojas que permaneceram abertas depois da inundação, em 5 de maio. Segundo a Defesa Civil, 26 municípios do Amazonas receberam ajuda humanitária na forma de alimentos, kits de higiene e limpeza, produtos médicos, roupa de cama, filtros microbiológicos e hipocloreto de sódio. Outros 13 municípios receberão víveres e outros itens básicos nos próximos dias. (Bruno Kelly/Reuters)
Cães se protegem das águas. Esta não é a primeira crise climática que o Brasil enfrenta nos últimos anos. Em 2011, mais de 500 pessoas morreram em inundações na região Sudeste do país. (Bruno Kelly/Reuters)
Alguns moradores aproveitaram as condições climáticas para jogar vôlei em uma área inundada de Anamã em 5 de maio. (Bruno Kelly/Reuters)
seuCOMENTÁRIO(Política de comentários)
Por favor, indique comentários
E-mail não pode ser vazio