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2009-08-24

Bolívia prevê investimento bilionário em hidrocarbonetos

Pastor Landívar

Carlos Villegas, presidente da estatal Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolívianos (YPFB), anunciou que o país planeja investir US$ 11 bilhões nos próximos sete anos com o objetivo de desenvolver toda a cadeia de produção dos hidrocarbonetos.

TAMANHO DO TEXTO
Carlos Villegas, presidente da estatal petrolífera estatal boliviana YPFB, afirmou que a empresa precisa investir US$ 7 bilhões para aumentar as exportações e expandir as áreas de exploração, transporte, logística e armazenagem de hidrocarbonetos.

Carlos Villegas, presidente da estatal petrolífera estatal boliviana YPFB, afirmou que a empresa precisa investir US$ 7 bilhões para aumentar as exportações e expandir as áreas de exploração, transporte, logística e armazenagem de hidrocarbonetos.

LA PAZ, Bolívia ― Carlos Villegas, presidente da estatal Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolívianos (YPFB), anunciou que o país planeja investir US$ 11 bilhões nos próximos sete anos com o objetivo de desenvolver toda a cadeia de produção dos hidrocarbonetos.

Villegas explicou que YPFB tem uma necessidade de investir US$ 7 bilhões nesse período e que o restante do investimento será fornecido por empresas multinacionais que operam no país. Os investimentos visarão aumentar as exportações e expandir as áreas de exploração, transporte, logística e armazenagem de hidrocarbonetos.

A necessidade a que Villegas se referiu baseia-se na prioridade estabelecida pelo Estado boliviano de atender à demanda interna de gás liquefeito de petróleo, gasolina e diesel. Atualmente, a Bolívia tem de importar da Argentina e da Venezuela esses derivados do petróleo. Além disso, o país ainda não desenvolveu sua rede doméstica de gás natural, o que leva o Estado a subsidiar o GLP e o diesel com fundos do Tesouro.

Apesar de tudo isso, o anúncio foi criticado por especialistas bolivianos. Segundo Álvaro Ríos, ex-ministro da indústria de 2003 a 2005, a YPFB “precisa colocar os pés no chão”, pois já tem uma dívida de US$ 1 bilhão com o Banco Central de Bolívia. “A YPFB não tem os recursos que Villegas menciona e, mesmo que tivesse, ainda não teria capacidade de gestão suficiente para utilizá-los”, afirmou Ríos ao jornal El Deber.

Já Freddy Zaratti, especialista em hidrocarbonetos, ponderou que seria difícil assegurar esses investimentos, uma vez que a Bolívia não oferece garantias às empresas estrangeiras.

A Bolívia também anunciou que pretende revisar os contratos de venda de gás com o Brasil e a Argentina, conforme noticiou o jornal El Deber. No caso do Brasil, a revisão se fundamentará na renegociação do volume que esse país compra, que hoje varia de 21 a 31 milhões de metros cúbicos por dia. Quanto à Argentina, a Bolívia pretende firmar um contrato mais detalhados, concedendo garantias para os investimentos de empresas estrangeiras.

O ministro do planejamento da Bolívia, Noel Aguirre, instou Villegas a discutir bem essas alterações, pois, conforme afirmou ao El Deber, mudanças nas condições contratuais poderiam afetar a estabilidade econômica do país porque a maior parte dos fundos públicos bolivianos tem origem na receita do petróleo.

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3 comentários

  1. 09/29/2009

    Carlos Villegas, presidente de YPFB e o quinto presidente inepto do governo de Evo Morales em 3 anos de desgoverno em Bolívia, o presidente de YPFB esta perdido não tem capacidade de Gestão , a Petrobras em Bolívia esta intacta ela não foi nacionalizada como faz crer Morales em Bolívia, em resumo Villegas trata de ressuscitar um morto. E uma vergonha que Lula apóie um ditador totalitário onde em Bolívia hoje existem presos políticos inclusive Morales derroco um Governador e envio a cadeia sem sentencia y Lula se faz que no vê nada? Lula sem vergonha

  2. 09/21/2009

    lula fasa a sua parte de dar o bousa familia al menta mais um pouco nao ceja pao duro obrigado

  3. 09/21/2009

    boliva precisa melhorar mais do que isso<p>em brasil tanbem almentar o bousa familia<p>ds pessous que precisa muito!!! <p><p> obrigado!!!<p>

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