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2009-09-28

29 de setembro — Resumo das notícias da América do Sul

Eduardo Herrera

29 de setembro — Resumo das notícias da América do Sul

TAMANHO DO TEXTO

CARACAS, Venezuela — Governo anuncia emissão milionária de títulos: O governo venezuelano lançou uma oferta combinada de títulos soberanos internacionais com vencimento em 2019 e 2024, com valor mínimo de US$ 1,5 bilhão cada um. Segundo o Ministério das Finanças, a oferta, dirigida a investidores e a empresas instaladas em território venezuelano, tem o objetivo de financiar gastos correntes por intermédio de órgãos do setor público e refinanciar a dívida pública mediante os pagamentos de capital de dívida com vencimento este ano. A emissão de títulos faz parte de um pacote de medidas planejadas pelo governo para recuperar a atividade econômica.

[EFE, Reuters, El Universal]

SANTIAGO, Chile — Relator da ONU sugere obter confiança de mapuches: O relator especial da ONU para os Povos Indígenas, James Anaya, sugeriu que o governo do Chile inicie um processo para recuperar a confiança dos povos indígenas do sul do país. O Chile precisa recuperar a confiança dos povos indígenas, perdida no decorrer de anos de história, declarou Anaya. O relatório é o resultado da visita do relator ao Chile em abril e das informações divulgadas pelo governo sobre o conflito com os mapuches, que exigem a posse de terras que pertenciam a ancestrais da mesma etnia.

[El Mercurio, EFE]

QUITO, Equador — Correa admite aproximação com Colômbia: O presidente do Equador, Rafael Correa, reconheceu que os governos do seu país e da Colômbia estão procurando recuperar a confiança perdida depois de um bombardeio colombiano contra um acampamento das Farc em território equatoriano em março de 2008. O presidente ressaltou o comunicado dos dois governos, assinado na terceira semana de setembro pelos Ministérios das Relações Exteriores de ambos os países, no qual a Colômbia, uma vez mais, ratifica que jamais voltará a atacar o Equador unilateralmente.

[El Comercio, EFE]

BOGOTÁ, Colômbia — Candidatos de oposição propõem frente conjunta para 2010: A fim de participarem das eleições gerais colombianas de 2010 com possibilidade de vitória, os candidatos à presidência Gustavo Petro e Rafael Pardo acreditam que devem ser formada uma frente unida entre as diferentes forças de oposição do país. Pardo, candidato do Partido Liberal Colombiano, afirmou depois de ganhar as primárias do seu partido que falara com setores políticos para buscar formar uma nova maioria política no país. Petro, candidato à presidência pelo partido esquerdista Polo Democrático Altenativo, considera necessário um grande acordo democrático para defender a Constituição de 1991.

[El Tiempo, DPA]

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