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2012-04-19

Operação Martillo: Semissubmersível é interceptado no Caribe

Por César Morales Colón para Infosurhoy.com – 19/04/2012

Forças hondurenhas e americanas detêm quatro supostos contrabandistas de drogas.

TAMANHO DO TEXTO
Um semissubmersível de autopropulsão foi interceptado no oeste do Mar do Caribe em 30 de março por tripulantes dos cúters Decisive e Pea Island, da Guarda Costeira americana, e pela Marinha hondurenha. As tripulações de perseguição dos cúters americanos interceptaram a embarcação e detiveram quatro supostos contrabandistas. O semissubmersível afundou a milhares de metros d’água durante a operação. (Cortesia da Guarda Costeira dos EUA)

Um semissubmersível de autopropulsão foi interceptado no oeste do Mar do Caribe em 30 de março por tripulantes dos cúters Decisive e Pea Island, da Guarda Costeira americana, e pela Marinha hondurenha. As tripulações de perseguição dos cúters americanos interceptaram a embarcação e detiveram quatro supostos contrabandistas. O semissubmersível afundou a milhares de metros d’água durante a operação. (Cortesia da Guarda Costeira dos EUA)

MIAMI, EUA — Embarcações da Guarda Costeira americana e da Marinha hondurenha interceptaram um semissubmersível de autopropulsão no oeste do Mar do Caribe em 30 de março.

Nações parceiras participam da Operação Martillo, um esforço conjunto de países das Américas e da Europa para acabar com as rotas de tráfico ilícito em ambos os litorais do istmo centro-americano.

Uma tripulação da Estação Aérea da Guarda Costeira de Miami, que trabalha no Caribe em apoio à Operação Martillo, avistou uma embarcação suspeita e comunicou o 7º Distrito da Guarda Costeira, que vigia o local.

As tripulações de perseguição a bordo dos cúters Pea Island e Decisive, da Guarda Costeira americana, interceptaram o semissubmersível de autopropulsão e detiveram quatro supostos contrabandistas. A embarcação apreendida afundou durante a operação.

“Cúters de resistência média como o Decisive são construídos para patrulhas na costa por várias semanas, incluindo operações que requerem comunicações avançadas e operações de perseguição com helicópteros e lanchas”, afirma o capitão Brendan McPherson, chefe de execução do 7º Distrito da Guarda Costeira. “Junto com barcos-patrulha como o Pea Island, de velocidade e flexibilidade superiores, nos ajudam a oferecer uma mistura de capacidade militar, autoridade legal e salvamento de vidas, que é única à Guarda Costeira, onde for necessário para proteger os interesses americanos.”

Semissubmersíveis de autopropulsão são frequentemente usados para o transporte ilegal de narcóticos no Pacífico leste e essa interceptação é apenas a quinta da Guarda Costeira de uma embarcação do gênero no Caribe. A primeira delas aconteceu no oeste do Mar do Caribe em 13 de julho de 2011.

Construído nas florestas e regiões remotas da América do Sul, o semissubmersível típico mede menos de 100 pés de comprimento e tem capacidade para transportar quatro ou cinco tripulantes e até 10 toneladas métricas de carga ilícita, percorrendo distâncias de até 8.000 km. Os narcotraficantes projetam essas embarcações para que sejam difíceis de serem avistadas e para afundar rapidamente quando detectadas por agentes da lei, tornando difícil a recuperação do contrabando.

A Guarda Costeira, a Marinha e o Departamento de Alfândega e Proteção a Fronteiras dos Estados Unidos, junto com aeronaves e embarcações de nações parceiras, trabalham na execução de patrulhas antidrogas no Mar do Caribe. O Decisive é um cúter de resistência média de 210 pés, cujo porto de origem fica em Pascagoula, no estado americano do Mississipi.

O Pea Island é um barco-patrulha de 110 pés, cujo porto de origem fica em Key West, no estado americano da Flórida.

Belize, Canadá, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, França, Guatemala, Honduras, Holanda, Nicarágua, Panamá, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos participam da Operação Martillo, que teve início em meados de janeiro de 2012.

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4 comentários

  1. ojopelao 05/11/2012

    Tem que jogar duro com os narcotraficantes, por que não jogam uma bomba nas plantações de coca e papoula, por acaso Os Grandes não sabem onde são processadas. Em vez de jogar bombas nas crianças da Líbia e Vietnã. Hipócritas.

  2. elrey0765 05/05/2012

    deram duro por 50 milhões de dólares

  3. cindy castro 04/30/2012

    DEVERIAM REVELAR OS NOMES DOS PROPRIETÁRIOS E A NACIONALIDADE, CERTAMENTE SÃO POLÍTICOS OU \“GRANDES EMPRESÁRIOS”\ DESSES PAÍSES E NUNCA LHES ACONTECE NADA. EM EL SALVADOR SE SABE DE DOIS OU TRÊS POLÍTICOS QUE TÊM ALGUNS MINISSUBMERSÍVEIS, MAS COMO AS AUTORIDADES TAMBÉM ESTÃO COMPROMETIDAS COM O NARCOTRÁFICO, AS INVESTIGAÇÕES NÃO AVANÇAM.

  4. Martin Florez 04/29/2012

    Esses compradores colombianos, quando pegam um já passaram três.

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