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2009-06-11

11 de junho ― Resumo das notícias da América do Sul

Eduardo Herrera

11 de junho ― Resumo das notícias da América do Sul

TAMANHO DO TEXTO

VALPARAÍSO, Chile ― Senado rejeita status legal de desaparecimento forçado de pessoas: Pela segunda e última vez, o Senado chileno rejeitou o projeto que estabeleceria o status legal para o desaparecimento forçado de pessoas. Com isso, os familiares de presos desaparecidos poderão dar início a processo jurídicos, como os que envolvem patrimônio, sem renunciar ao direito de dar continuidade aos respectivos julgamentos criminais. Com a ausência de senadores de direita e alguns da Concertação, aliança do governo, o Senado não tinha o quórum exigido de 22 votos e só entregou 21 votos a favor da lei criada por uma comissão mista.

[La Tercera, EFE]

LA PAZ, Bolívia ― Bolivianos que moram no estrangeiro têm garantido seu direito de voto: O Tribunal Nacional Eleitoral (CNE) da Bolívia organizará a realização das eleições no estrangeiro para que os bolivianos que moram em Argentina, Brasil, Espanha e Estados Unidos possam votar nas eleições presidenciais de 6 de dezembro. O presidente do CNE, Antonio Costas, explica que, como já acontece no país, os eleitores que moram no exterior serão registrados de acordo com um padrão biométrico que começará a ser adotado nesses países em agosto, com a abertura de 150 terminais de cadastramento.

[Los Tiempos, EFE]

LIMA, Peru ― Exportações de ouro chegam a US$ 2 bilhões: As exportações de ouro peruano alcançaram um valor de quase US$ 2 bilhões no primeiro quadrimestre de 2009, o equivalente a 2,2 milhões de onças (aproximadamente 62 kg), o que representa um aumento de 10% em relação ao mesmo período em 2008. O Ministério de Energia e Minas aponta que o número global de vendas de minérios apurado entre janeiro e abril de 2009 chegou a US$ 4,2 bilhões e simboliza mais da metade do total de exportações do Peru.

[La República, EFE]

BUENOS AIRES, Argentina ― Advogada é indicada para o Tribunal Penal Internacional: A fim de ocupar a vaga de magistrada no Tribunal Penal Internacional, o governo argentino indicou a advogada Silvia Fernández de Gurmendi, que atua como diretora geral de Direitos Humanos na chancelaria argentina e participou ativamente da criação do Tribunal, integrado por 18 juízes. As próximas eleições para os juízes do órgão, cuja sede fica em Haia e atualmente conta com o argentino Luis Moreno Ocampo como procurador público, serão realizadas em novembro.

[El Patagónico, EFE]

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