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2009-08-05

5 de agosto — Resumo das notícias da América Central e do Caribe

Winston F. Burges

5 de agosto — Resumo das notícias da América Central e do Caribe

TAMANHO DO TEXTO

MANÁGUA, Nicarágua — Orçamento de 2010 sofre terceiro ajuste: O presidente Daniel Ortega anunciou um corte orçamentário de 500 milhões de córdobas (cerca de US$ 24 milhões) para combater o déficit previsto para 2010. O corte foi o terceiro ajuste do orçamento do próximo ano, que agora está fixado em 26,798 bilhões de córdobas (US$ 1,3 bilhão). O presidente do Banco Central da Nicarágua, Antenor Rosales Bolaños, assegurou que a redução não afetará as áreas de saúde e educação. Integrantes do governo negociarão as novas condições orçamentárias com o FMI.

[La Jornada, El Nuevo Diario]

CIDADE DO MÉXICO, México — Zelaya anuncia intenção de aceitar Acordo de San José: O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, afirmou que está disposto a aceitar as condições do acordo mediado pelo presidente da Costa Rica, Óscar Arias. “Estamos dispostos a firmar o Plano Arias em Tegucigalpa com a minha restituição à presidência da República”, afirmou Zelaya após reunião com o presidente do México, Felipe Calderón. Para evitar um agravamento da crise, o Conselho Permanente da OEA está avaliando a possibilidade de enviar e instalar em Honduras uma missão de alto nível para convencer o novo governo de Roberto Micheletti a aceitar o Acordo de San José.

[La Jornada, Reuters]

SAN JOSÉ, Costa Rica — Banco Central vende dólares para sustentar paridade cambial: Cerca de US$ 37,4 milhões foram vendidos pelo Banco Central da Costa Rica para suprir a demanda e evitar a alta do preço da moeda americana. Nos dois últimos meses, o Banco Central vendeu cerca de US$ 80 milhões para manter o dólar estável. O presidente da instituição, Francisco de Paula Gutiérrez, assegurou que a situação é normal, já que na segunda metade do ano geralmente há uma maior procura por dólares.

[La Prensa Libre, Nación]

CIDADE DA GUATEMALA, Guatemala — Investimentos na infraestrutura serão menores: A queda da arrecadação tributária obrigará o governo da Guatemala a cortar gastos por meio da paralisação ou do adiamento de obras públicas para assegurar a saúde da economia nacional. A presidente do Banco da Guatemala, Antonieta de Bonilla, explicou que os membros do Congresso deverão aprovar a emissão de 3 bilhões de quetzales (US$ 369 milhões) em bônus para garantir a meta de 0,4% a 1,2% de crescimento ao final do ano. Inicialmente o governo previa um gasto de 12,086 bilhões de quetzales (cerca de US$ 1,5 bilhão) em 2009.

[El Periódico, La Hora]

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