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2009-11-09

9 de novembro — Resumo das notícias da América do Sul

TAMANHO DO TEXTO

BOGOTÁ, Colômbia — Polícia apreende quase 1,4 tonelada de cocaína: Em duas operações realizadas no departamento de Norte de Santander e na cidade caribenha de Cartagena, agentes antinarcóticos da Polícia Nacional da Colômbia apreenderam quase 1,4 tonelada de cocaína. Na primeira ação foram invadidos três laboratórios de fabricação da droga e apreendidos 432 kg de cocaína, além de várias toneladas de produtos químicos usados como base. Na cidade de Cartagena, os agentes confiscaram 942 kg de cocaína escondidos em dois veículos pertencentes à quadrilha criminosa Los Rastrojos, carregamento que seria embarcado em um navio de carga.

[El Tiempo, EFE]

SANTIAGO, Chile — Michelle Bachelet vai à Ásia para estreitar relação econômica: Com o objetivo de consolidar os laços econômicos e comerciais do Chile com países asiáticos da região do Pacífico, a presidente chilena Michelle Bachelet visitará Coreia do Sul, China e Cingapura. Antes de retornar a Santiago, ela fará uma escala em Roma para participar da Cúpula de Segurança Alimentar da FAO. Durante a estadia em Xangai, nos dias 12 e 13 de novembro, Bachelet se reunirá com o presidente chinês Hu Jintao. Na reunião, os dois tratarão de investimentos mútuos e do vínculo comercial bilateral.

[Reuters, EFE]

SÃO PAULO, Brasil — Itália tenta reforçar comércio com missão empresarial: Uma delegação de 350 empresários italianos chegará ao Brasil com a intenção de consolidar e incrementar as relações comerciais e a entrada de investimentos no país. O ministro italiano para o Desenvolvimento Econômico, Claudio Scajola, destacou que as relações entre os países foram fortalecidas “notavelmente” nos últimos quatro anos com os investimentos italianos no país. Mais de 300 companhias italianas abriram filiais no Brasil e o governo italiano está avaliando o aumento do apoio financeiro e de convênio médico público para essas empresas.

[ANSA, EFE]

QUITO, Equador — País planeja comprar mais energia da Colômbia: Para cobrir o déficit nacional de geração de eletricidade, o governo equatoriano vai propor a compra de mais energia da Colômbia, que diariamente vende 9.000 megawatts ao país vizinho. Devido à estiagem que afeta os dois países, as usinas hidroelétricas de ambos os lados da fronteira enfrentam dificuldades para cumprirem com as suas cotas de geração. No caso do Equador, a situação reduziu a um ponto crítico as operações da usina de Paute, a maior do país, levando o governo a decretar um racionamento nacional de 5%.

[El Comercio, EFE]

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