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2009-11-13

13 de novembro — Resumo das notícias da América do Sul

TAMANHO DO TEXTO

BOGOTÁ, Colômbia — Uribe utiliza canais diplomáticos em crise com Venezuela: Depois de receber com otimismo um esclarecimento do presidente venezuelano Hugo Chávez sobre as declarações feitas a respeito dos "preparativos para a "guerra", o presidente colombiano Álvaro Uribe reiterou que tratará de todos os problemas com o país vizinho por meio de canais diplomáticos e "com prudência". O presidente do Partido de Integração Nacional (PIN), Samuel Arrieta, encontrou-se com Uribe e destacou a diminuição da tensão gerada pelas palavras de Chávez, que incitara os militares do seu país a "prepararem-se para a guerra como a melhor forma de evitá-la".

[El Tiempo, EFE]

ASSUNÇÃO, Paraguai — Polícia faz operação na fronteira com o Brasil: Por ordem do presidente Fernando Lugo, a polícia do Paraguai iniciou uma ampla operação policial no departamento de Concepción, no norte do país, onde em outubro um grupo armado sequestrou o fazendeiro Fidel Zavala. O ministro do Interior, Rafael Filizzola, comandou o envio de centenas de agentes, que tentarão desbaratar a logística de grupos criminosos e "garantir a presença do Estado" na região da fronteira com o Brasil. Os sequestradores de Zavala, supostamente do Exército do Povo Paraguaio (EPP), pedem um resgate de US$ 5 milhões pela libertação.

[ABC Color, EFE]

BRASÍLIA, Brasil — Fabricante francesa Dassault oferece caças a preços "competitivos": Enquanto aguardam que o Brasil defina de qual fabricante comprará os 36 caças necessários para a sua Força Aérea, representantes da empresa francesa Dassault afirmaram que, caso sejam escolhidos, negociarão os aviões Rafale a um "preço competitivo". Além dos Rafale, concorrem os Gripen NG da sueca Saab e os Super Hornet F/A-18 da americana Boeing. A Dassault declarou que igualaria o desconto de 40% oferecido pelas concorrentes.

[Jornal do Brasil, EFE]

BUENOS AIRES, Argentina — Seca causa racionamento de água: Zonas rurais de oito províncias do norte e nordeste de Argentina estão racionando água para reduzir os efeitos de uma prolongada seca. Córdoba, no centro do país, é o território que passa pela situação mais grave e o governo local estendeu os cortes de abastecimento a oito distritos turísticos, onde não chove há vários meses. Os governos de Córdoba, Tucumán e Jujuy elevaram para US$ 2.890 as multas por desperdício de água.

[La Voz del Interior, EFE]

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