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2009-11-25

26 de novembro — Resumo das notícias da América do Sul

TAMANHO DO TEXTO

CARACAS, Venezuela — Orçamento dá a Chávez o controle de planos sociais milionários: O projeto de orçamento venezuelano para 2010 dispõe de um aumento de 638% na parte destinada ao Ministério da Presidência, atribuindo-lhe o valor de US$ 1,5 bilhão. Com isso, aumentaria a concentração de poder nas mãos do presidente Hugo Chávez, sendo a maior parte referente aos programas sociais em matéria de saúde, educação e moradia. O texto preliminar do orçamento se encontra em debate na Assembleia Nacional, controlada pelo Executivo, e a aprovação está prevista para antes do dia 15 de dezembro.

[El Universal, EFE]

MANAUS, Brasil — Gasoduto que abastecerá Manaus inicia operações: A empresa estatal Petrobras iniciará as operações de bombeamento do gasoduto Urucu-Manaus, que, com uma extensão de 661 km no meio da selva, abastecerá a cidade de Manaus. A obra percorre a maior selva tropical do mundo e permitirá o uso de gás natural no lugar do diesel na geração de energia para a cidade de 1,8 milhão de habitantes. Segundo o gerente de Implantação de Projetos da Petrobras, Marcelo Restum, o uso do gás reduzirá em 30% as emissões anuais de CO2 da cidade.

[Diario Valor, EFE]

SANTIAGO, Chile — Pacto de mineração com a Argentina gerará investimentos bilionários: O governo chileno estima que nos próximos anos o pacto para o desenvolvimento de iniciativas de mineração binacionais poderá gerar investimentos em torno de US$ 8 bilhões. Segundo o ministro de Mineração, Santiago González, o número poderá ser alcançado nos próximos dez anos. González explica que, como parte do tratado assinado em 1997, já foi iniciado o projeto Pascua Lama, com um valor de US$ 3 bilhões. A empresa canadense Barrick Gold executa o projeto na fronteira entre Argentina e Chile mais de 5.000 metros acima do nível do mar.

[La Segunda, EFE]

LIMA, Peru — Embaixador peruano no Chile permanecerá no país: O presidente peruano Alan García reiterou que o embaixador do seu país em Santiago, Carlos Pareja, não voltará à capital chilena devido às acusações de espionagem contra o governo do país vizinho. O diplomata foi chamado para consulta depois de virem à tona em Lima as acusações de que o militar peruano Víctor Ariza teria passado ao Chile informações secretas sobre projetos de compra de armamentos do seu país. Tanto o governo do Chile, que nega estar envolvido na espionagem, como o do Peru chamaram para consultas os seus respectivos embaixadores.

[El Comercio, EFE]

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